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Viscossuplementação, evitando cirurgias por conta da artrose

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18 Abril 2022 | Terapias

A artrose é uma doença que não tem cura. A boa notícia é que a cirurgia pode ser evitada, sim, com um tratamento individualizado, que prevê medicamentos específicos, fisioterapia e protocolos que podem incluir acupuntura, RPG e hidroterapia, entre outros. Há um tratamento relativamente novo e de excelentes resultados chamado viscossuplementação, que também pode evitar a temida cirurgia.

Disponível na COT – Clínica Ortopédica Tatuapé, a viscossuplementação é uma aplicação intra-articular de ácido hialurônico. “Este ácido vai fazer o mesmo papel do líquido sinovial, que existe em uma articulação saudável e é responsável por promover uma lubrificação nela. Com o avanço da idade e, ainda, diante do avanço da artrose, o líquido sinovial perde sua capacidade funcional. A viscossuplementação é excelente porque devolve à articulação o poder da lubrificação”, explica o Dr. Ari Zekcer, ortopedista da COT.

Como funciona a viscossuplementação

De acordo com o médico da COT, a injeção intra-articular de ácido hialurônico é um tratamento moderno, aprovado em 1997 pelo FDA norte-americano e adotado como protocolo pelas American Academy of Orthopaedic Surgeons (AAOS) e American College of Rheumatology. “A aplicação é feita na própria clínica, por um médico especialista, em três ou cinco sessões. As aplicações podem ser repetidas depois de seis meses a um ano do tratamento. O ácido hialurônico não é um corticoide, portante não apresenta os vários efeitos colaterais que este anti-inflamatório traz”, pondera.

Segundo o Dr. Ari Zekcer, a viscossuplementação pode trazer de volta a qualidade de vida perdida e até mesmo evitar a cirurgia. “É um excelente tratamento, que temos utilizado na COT com muito sucesso com pacientes que não responderam adequadamente ao tratamento com outras medidas terapêuticas. Em geral, funciona muito bem para artrose até o grau 3, mas também pode surtir efeitos satisfatórios para artrose em grau 4 e 5, o mais grave deles, que geralmente indica a cirurgia”, garante o ortopedista.